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Por dentro do SUP
Falta de estrutura?
Por Giba Surftrips em 24/12/18
Nesta matéria nosso colunista solta o verbo e expressa sua opinião sobre o estado do Sup Wave no Brasil.
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Etapa do supwave em Ubatuba definiu o campeão brasileiro de 2018.

 

Sem dúvida , o SUPWAVE me parece o surf 30 anos atrás quando os atletas iam só com a vontade para as competições sem experiência sem dólares sem técnicos sem conhecer os picos dos lugares em que o evento seria realizado e até sem saber que tudo isso faria muita falta para o surfista competidor , mas com talento ,vejam o caso do campeão mundial Leco Salazar que deixou de competir nos dois últimos mundiais da ISA com vaga que foi conquistada no mar em competições onde se sagrou tricampeão Brasileiro teve que abrir mão de participar, pois ele não tinha essa estrutura financeira para competir ,mas falo de uma estrutura que deveria ser oferecida pela entidade (CBSUP) que no caso deu a vaga para esses mundiais e por consequência teria obrigação de ajudar os atletas a competir nesses eventos pois ele investiu tempo dinheiro para participar dessas competições e não teve nenhuma ajuda da confederação brasileira de SUPWAVE que apenas usou essa chancela para atrair os atletas para seu evento e depois tirou o corpo fora.

 

Mas como nem o “Braziliam Storm” nos dias hoje contam com esse apoio pois as competições que haviam no Brasil como Super Surf já não existem mais e quando ainda fazem algum evento deste tipo não dão nada aos atletas somente o título e uma mixaria em dinheiro e por isso que vários surfistas migraram para o WQS que além do dinheiro, dá uma vaga a elite do surf mundial o WSL , então agora imagine o SUPWAVE  que acabou de conhecer o americano Sean Poynter como campeão mundial e temo que isso vai acontecer mais vezes por outros países,que acabam nos deixando para trás, apesar de nossos atletas serem do mesmo nível ou superiores.

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Leco Salazar campeão Brasileiro de sup wave 2018. Foto: Augusto César

 

Por  isso o surf brasileiro inexiste no ponto de vista de entidades que só se locupletam do esporte e nada retornam aos atletas e quando fazem algo que é obrigação ainda querem reconhecimento pelo fato , fica aqui o meu repúdio a políticos , organizadores e empresários  e todos que falsamente dizem que são abnegados ao surf e servem ao interesse de terceiros (empresários políticos e si mesmo ), vou ilustrar para quem não entendeu ,agora foi confirmado em Fernando de Noronha uma etapa do WQS 6000 que será PAGO pelo governo de Pernambuco e então me digam por que  levará o nome de uma famosa marca de surf , o fato é que quem deveria investir no evento ( a pobre marca que levará o nome do evento),não investi e essa cultura do surf de órgãos públicos investirem é só para super faturar o evento com ajuda das entidades e empresas envolvidas que querem tirar do surf, e no caso o estado de Pernambuco deveria ter outras prioridades para gastar esse dinheiro pois o arquipélago de Fernando de Noronha não precisa  de propaganda para ser visitado pois é um dos lugares mais caros do mundo .Por isso deixo aqui meu repúdio a esses PARASITAS e ao meu amigo editor deste site Alex que ainda tem esperanças de ajudar os atletas é com tristeza que digo que não tenho mais esperança , pois até os atletas que tanto queremos ajudar só pensam em si próprios salvo raríssimas exceções, e sendo assim não vou mais perder meu precioso tempo para ajudar os que não se unem. Obrigado pela oportunidade de ser lido e ter externado a minha opinião mas sei que a ausência de repercussão nas minhas palavras provam a falta de união dos envolvidos no stand up paadle. 

Parabéns Gabriel Medina você deu dignidade ao surf brasileiro e seu pai Charles conduziu você ao topo do surf mundial investindo dinheiro tempo trabalho sem saber se haveria o retorno mas acreditou na sua capacidade e no seu comprometimento para colher os frutos que já vem colhendo desde o primeiro título mundial.


 

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