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Expedição Kaleopapa
Navegar é preciso.
Por Alex Araujo em 09/10/18
Frank Faro desbrava a Ilha de Bom Jesus dos Passos.
Aves marinhas, Expedição Kaleopapa Foto: Divulgação.
Aves marinhas, Expedição Kaleopapa Foto: Divulgação.

A expedição do clube Kaleopapa, ocorrida no dia 06/10 (sábado), teve saída da Ribeira, às 8 horas, com destino a Bom Jesus dos Passos. O dia estava perfeito, sol ameno, mar liso e vento e mare a favor do percurso. A equipe, coordenada pelo Capitão Frank Faro, estava motivada e preparada para zarpar.


Os banhistas, atletas e transeuntes, que passavam pela praia da Ribeira, faziam pequenas pausas das suas respectivas atividades, para olhar, seja por curiosidade ou afinidade, a saída da canoa da praia da ribeira, caracterizada por ser uma praia lamoso e de areia levemente cascalhosa com presença significante de moluscos marinhos.

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Neves. Ilha de Maré, Expedição Kaleopapa Foto: Divulgação.

 

Após, 14 km de remada, foi feita a primeira pausa, na Ilha de Maré, na localidade conhecida como Neves, onde foram comprados doces de banana na palha típicos da região, para repor a energia da equipe. Revigorados, os remadores do clube Kaleopapa, seguiram dando a volta por trás da Ilha de Maré, passando pelas localidades de Engenho de Maré, Fazenda, Botelho, Oratório, Bananeiras, Porto dos Cavalos, Maracanã e Martelo, dispostas em uma extensão de 8 km.

Saindo da Ilha de Maré, no sentido de Madre de Deus, após 2 km de remada, foi avistada uma laje pouco exposta de relativa dimensão, onde houve a segunda parada para hidratação e alimentação da equipe. Na reta final da expedição, a equipe Kaleo se deparou com a bela igreja do Loreto, construída em 1645, na Ilha dos Frades, sendo possível contemplar sua beleza de perto. A canoa Kaleopapa, após 33 km de remada, enfim chega ao seu destino final, a Ilha de Bom Jesus dos Passos, às 13 horas, de forma pacifica e exitosa, totalizando 5 horas de expedição.

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Bom Jesus dos Passos, Expedição Kaleopapa Foto: Divulgação.

 

Durante todo o percurso, garças e gaivotas, complementavam o cenário rico de belezas naturais, avistadas ao longo do exuberante manguezal, praticando a tarefa diária da sobrevivência, na captura dos peixes, visivelmente identificados, na lâmina d’água tipicamente clara das águas da Baia de Todos os Santos, conhecida por Kirimure.

Por: Priscilla Malafaia

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